Dia 9 de dezembro, estava eu de plantão, mera pediatra, e fiquei indignada com a quantidade de atendimentos na madrugada, por motivos absurdamente tolos, salvo 2 exceções. Mas eu ando observando que isto vem acontecendo há tempos e que vem piorando a cada dia, a cada governo que não investe na saúde preventiva nem na educação! E, a meu ver, sem "aquela educação" de BERÇO(e que nunca mais larga da gente) não chegaremos a lugar nenhum. Pois, interrogando várias mães, eu percebi que, para elas, o pronto-socorro é apenas um lugar onde elas conseguem ser atendidas a qualquer hora sem ter que marcar consulta, o quê pode levar meses! Algumas não têm a mínima noção de que estamos ali SOMENTE para atender urgências e querem saber, às 4 da matina, sobre vacinas, de como fazer as papinhas, se o peso está adequado quando tudo isto deveria ser orientado nas Unidades Básicas de Saúde.. E, por isto, às vezes, somos mal interpretados e vistos como médicos não confiáveis. Daí comecei a desabafar no papel. É isso aí!
Os plantões de pediatria
Em qualquer lugar do mundo
São pra urgências e eu queria
Tocar as pessoas a fundo!
Não é justo que as crianças,
Seres em desenvolvimento,
Sejam só avaliadas
No P.S., num momento!
O pronto-socorro é a fuga
E virou um quebra-galho!
Desde uma simples verruga
Ao atestado de trabalho!
Todos muito equivocados
Quando, em meio à madrugada,
Ainda somos questionados
Sobre o peso e a mamada!
Algumas adolescentes
Já com seus filhos paridos,
Chegam como pacientes
E respectivos maridos!
O pediatra é um anjo!!
E ele tem que se virar!!
Do RN* ao marmanjo
Ele tem que dominar!
E é de mau gosto a brincadeira!
E até me parece insulto!
Estudei pediatria a vida inteira!
E sou obrigada a atender adulto!
E se, realmente, é urgente
O caso atendido então!
O atraso conseqüente
Já gera reclamação!
O governo não ajuda!
Geralmente atrapalha!
Que o bom senso nos acuda!
Não é possível tanta falha!
O segredo é a EDUCAÇÃO!!
Cuidar da saúde, não só da doença!
Atuar na prevenção
E formar um POVO que pensa!!
* =Recem-nascido.
Thais Rosa Bustamante- 10/12/2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
O LADO AMARGO DO AÇÚCAR
Ontem de manhã, ouvi uma reportagem na CBN sobre uma pesquisa feita a respeito dos trabalhadores da indústria canavieira de São Paulo, ou seja, da indústria do etanol, uma das mais ricas e promissoras "deste país", como diz nosso presidente. Fiquei estarrecida com os dados da pesquisa que diz que os trabalhadores são obrigados a trabalhar, em média, 10 horas por dia( pois há o tempo de transporte, geralmente maior que 1 hora), sem registro em carteira e sem nenhuma garantia se sofrerem algum tipo de acidente de trabalho. O que não é raro! E quando há casos de invalidez não conseguem se aposentar. E pensar que tem gente por aí que se aposenta por muito menos. Menos que um dedinho mindinho até. Também foi dito que eles têm a meta de cortar e empilhar dez toneladas de cana de açúcar por dia, por 2,92 reais a tonelada, portanto, menos que 30 reais por dia. E se não atingirem esta produtividade correm o risco de ficarem desempregados. Nossos bóias-frias estão se submetendo a uma escravidão, que, pelo jeito, sobreviveu à lei Áurea. E não temos mais princesas, viu?.É uma situação de completa degradação e desvalorização da vida humana, inaceitável em qualquer que seja o setor econômico, ainda mais quando se fala de um dos setores mais ricos da agricultura e do estado mais rico também. Imaginem o que deve acontecer nos escafundós do Brasil. E me parece que tudo tende a piorar com a mecanização da colheita que ameaça ainda mais o emprego dessas pessoas tão sugadas e sofridas. E ainda não acabou: com a produção da cana de açúcar transgênica que é mais leve e mais doce, esta meta absurda de 10 toneladas por dia deve aumentar. São pessoas que não têm nenhuma perspectiva, nenhum estímulo, nenhuma graça em viver. Por outro lado, aqui na cidade grande, qualquer flanelinha, qualquer um que fique nos faróis por algumas horas por dia já consegue faturar mais que esses miseráveis trabalhadores.
Será que somos mesmo os seres superiores que pensamos ser? Isso não é ser humano e muito menos superior! Está longe disso! Não acredito que as autoridades deste estado tão rico não saibam que isto esteja acontecendo debaixo dos nossos narizes! Cadê a turma dos Direitos Humanos? Só querem defender bandido?
Na minha modesta opinião, quem consegue fazer tal coisa e dormir tranqüilo não tem denominação! É estarrecedor! Me dá até um aperto no estômago! É nojento! "E UMA VERGOOOONHA"!!!!!
Não entendo nada de economia, de administração, nem de lucros! Mas entendo que não se pode espezinhar assim qualquer que seja a espécie de vida nesta Terra!Tudo que é feito sem sentimentos, sem olhar o outro, sem escrúpulos só pode vir do mal. E olha que eu nem estou botando Deus no meio da conversa, heim?
Não posso acreditar que para se ter a doçura da cana na nossa mesa, tenhamos que pagar por esse preço tão amargo...tão rançoso...tão canalha...
Será que somos mesmo os seres superiores que pensamos ser? Isso não é ser humano e muito menos superior! Está longe disso! Não acredito que as autoridades deste estado tão rico não saibam que isto esteja acontecendo debaixo dos nossos narizes! Cadê a turma dos Direitos Humanos? Só querem defender bandido?
Na minha modesta opinião, quem consegue fazer tal coisa e dormir tranqüilo não tem denominação! É estarrecedor! Me dá até um aperto no estômago! É nojento! "E UMA VERGOOOONHA"!!!!!
Não entendo nada de economia, de administração, nem de lucros! Mas entendo que não se pode espezinhar assim qualquer que seja a espécie de vida nesta Terra!Tudo que é feito sem sentimentos, sem olhar o outro, sem escrúpulos só pode vir do mal. E olha que eu nem estou botando Deus no meio da conversa, heim?
Não posso acreditar que para se ter a doçura da cana na nossa mesa, tenhamos que pagar por esse preço tão amargo...tão rançoso...tão canalha...
OUTRA PRO VOVÔ
No encosto do sofá, sentadinha,
assistindo à TV Tupi,
fazia mil penteados
em sua cabeleira já branquinha!
Quanto tempo ja vai aí!
E naquela pouca idade,
eu nem me importava
se isso o irritava.
Hoje sei que lhe agradava o cafuné,
pois entendo agora o que ele é:
Por fora, bem valentão,
que não disfarça o coração.
Este sim, bonachão!
Que nada nega a ninguém,
mesmo que não tenha também!
Com as travessuras dos netos,
não era lá paciente,
e, às vezes, ameaçava
passar a cinta na gente.
Mas era só ameaça!
No fundo, fazia era graça:
"- Pera, tu! Se cair ainda apanha!
Mas, nós, sabendo da manha,
estávamos sempre naquela horta,
fazendo a maior bagunça
bem em frente à sua porta!
E nas férias?
Quando acordávamos tarde?
Era aquele alvoroço!
E ele, bravo, falava:
"- Às 10 horas, nesta idade,
já tinha cumidu trêis armoço"!
Quanto tempo!
Mas, nesta distância que nos impomos,
Vejo o quão próximos somos
e o sinto tão presente,
sempre influente!
Fecho os olhos para vê-lo melhor
e mesmo que eu me esforce
não consigo vê-lo só!
Ao seu lado sempre vem
a figura da vovó:
tão forte e tão meiga!
Que dupla mais bem feita!
Será que ela é perfeita?
Se tem defeitos, não os vejo!
E o que eu mais desejo
é que caminhem sempre assim,
lado a lado,
sendo o grande elo dessa nossa engrenagem,
que gira com força e coragem!
Aquela importante peça,
que, às vezes, enrosca, tropeça,
mas nos motiva a vencer...
momentos difíceis, de tristeza...
mas de dignidade e beleza!
Como as nossas montanhas azuis, infindas...
Não são seus altos e baixos
que as fazem assim tão lindas?
Thais Rosa Bustamante- 12/06/1995 Quando ele fez 90 anos, logo depois da partida "fora du cumbinadu" da nossa querida tia Mainha
assistindo à TV Tupi,
fazia mil penteados
em sua cabeleira já branquinha!
Quanto tempo ja vai aí!
E naquela pouca idade,
eu nem me importava
se isso o irritava.
Hoje sei que lhe agradava o cafuné,
pois entendo agora o que ele é:
Por fora, bem valentão,
que não disfarça o coração.
Este sim, bonachão!
Que nada nega a ninguém,
mesmo que não tenha também!
Com as travessuras dos netos,
não era lá paciente,
e, às vezes, ameaçava
passar a cinta na gente.
Mas era só ameaça!
No fundo, fazia era graça:
"- Pera, tu! Se cair ainda apanha!
Mas, nós, sabendo da manha,
estávamos sempre naquela horta,
fazendo a maior bagunça
bem em frente à sua porta!
E nas férias?
Quando acordávamos tarde?
Era aquele alvoroço!
E ele, bravo, falava:
"- Às 10 horas, nesta idade,
já tinha cumidu trêis armoço"!
Quanto tempo!
Mas, nesta distância que nos impomos,
Vejo o quão próximos somos
e o sinto tão presente,
sempre influente!
Fecho os olhos para vê-lo melhor
e mesmo que eu me esforce
não consigo vê-lo só!
Ao seu lado sempre vem
a figura da vovó:
tão forte e tão meiga!
Que dupla mais bem feita!
Será que ela é perfeita?
Se tem defeitos, não os vejo!
E o que eu mais desejo
é que caminhem sempre assim,
lado a lado,
sendo o grande elo dessa nossa engrenagem,
que gira com força e coragem!
Aquela importante peça,
que, às vezes, enrosca, tropeça,
mas nos motiva a vencer...
momentos difíceis, de tristeza...
mas de dignidade e beleza!
Como as nossas montanhas azuis, infindas...
Não são seus altos e baixos
que as fazem assim tão lindas?
Thais Rosa Bustamante- 12/06/1995 Quando ele fez 90 anos, logo depois da partida "fora du cumbinadu" da nossa querida tia Mainha
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
O ESPELHO E O TEMPO
Neste último final de semana fui à festa de 50 anos de um amigo muito querido, Betho Vilas! No dia seguinte, a festa continuava dentro de mim! Ressoavam em mim todos aqueles sons de bandolim, de flauta, de violões e de cantoria da boa! Lá reencontrei muitos amigos que há muito tempo não via. Uma amiga muito querida dos tempos de cursinho, a Inez Vilela , já completavam 30 anos que não a via. Sentimentos embutidos, escondidos, julgados desaparecidos se afloraram e despontaram com toda espontaneidade! Não foram 30 dias nem 30 meses! Foram 30 anos que desapareceram num segundo, num abraço, num carinho, em palavras de afeto contido que se revelaram e que nos mostraram que, realmente, uma grande amizade não muda com o tempo nem com a distância.
Uma forte identidade! Uma absurda afinidade! Um incondicional amor!
O espelho só me reflete
O que ainda não sou eu!
Reflito sobre o que vejo
E que o tempo não corrompeu!
Vejo rugas que me lembram
Que já tenho tempo há tempos!
Mas o tempo aqui de dentro
Anda lento... contratempos!
Teimo em não envelhecer
E acompanhar este outro passo.
O tic-tac que passa
Registra outro compasso...
Aqui dentro pulsa a vida!
O tempo não sabe brincar?
A vida impulsiona o sonhar!
E esse tempo não tem lugar!
É como se brincava antes!
É como criança a cantar:
"Quem foi ao vento perdeu o assento"!
É só a vida a me ocupar!
O espelho ainda não revela
A imagem de dentro do eu!
Vontade de viver é tão bela!
Que o espelho verá o que perdeu!
Thais Rosa Bustamante- 30/10/2008
Uma forte identidade! Uma absurda afinidade! Um incondicional amor!
O espelho só me reflete
O que ainda não sou eu!
Reflito sobre o que vejo
E que o tempo não corrompeu!
Vejo rugas que me lembram
Que já tenho tempo há tempos!
Mas o tempo aqui de dentro
Anda lento... contratempos!
Teimo em não envelhecer
E acompanhar este outro passo.
O tic-tac que passa
Registra outro compasso...
Aqui dentro pulsa a vida!
O tempo não sabe brincar?
A vida impulsiona o sonhar!
E esse tempo não tem lugar!
É como se brincava antes!
É como criança a cantar:
"Quem foi ao vento perdeu o assento"!
É só a vida a me ocupar!
O espelho ainda não revela
A imagem de dentro do eu!
Vontade de viver é tão bela!
Que o espelho verá o que perdeu!
Thais Rosa Bustamante- 30/10/2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
O ESTANDARTE
Viver é uma arte!
Um desfile de emoção!
Leva-se o estandarte
Dos sonhos do coração!
Não é fácil carregá-lo!
Há desvios e atalhos.
Mas não se deve entregá-lo
A outrem ou em frangalhos!
Este nosso estandarte
Nos levanta e nos anima.
Difícil levá-lo com arte
Mas é o que mais fascina!
Carrego sempre comigo
Os sonhos nas melodias.
Nas letras, tento, persigo
Traduzir as alegrias!
Thais Rosa Bustamante- agosto de 2008
Um desfile de emoção!
Leva-se o estandarte
Dos sonhos do coração!
Não é fácil carregá-lo!
Há desvios e atalhos.
Mas não se deve entregá-lo
A outrem ou em frangalhos!
Este nosso estandarte
Nos levanta e nos anima.
Difícil levá-lo com arte
Mas é o que mais fascina!
Carrego sempre comigo
Os sonhos nas melodias.
Nas letras, tento, persigo
Traduzir as alegrias!
Thais Rosa Bustamante- agosto de 2008
MEMÓRIA
A memória, às vezes, nos trai.
Às vezes, momentos nos traz.
Às vezes, histórias atrai.
E, às vezes, nos leva lá atrás!
Lambidas em nossa mente
Num vai e volta, volta e vai!
Se num lampejo ela vem
Noutro lampejo se esvai!
O que queremos no presente
Encontramos num segundo
Perseguindo ardentemente
Cavucando lá no fundo!
Flutuam fatos...flutuam...
Passeando lado a lado.
Ao passarem especulam
Algum segredo embotado.
E passam bem de pertinho!
Onde anda aquela data?
Deve estar em um cantinho!
Cutuca que vem, a ingrata!
Insistindo numa idéia
Ficamos a garimpar
A segurar a batéia
Até o brilho voltar!
Enfim, nos vem, do forno quente!
E nos toca no ponto em questão!
Não sei se no inconsciente!
Não sei se no coração!
Thais Rosa Bustamante- 3/10/2008
Às vezes, momentos nos traz.
Às vezes, histórias atrai.
E, às vezes, nos leva lá atrás!
Lambidas em nossa mente
Num vai e volta, volta e vai!
Se num lampejo ela vem
Noutro lampejo se esvai!
O que queremos no presente
Encontramos num segundo
Perseguindo ardentemente
Cavucando lá no fundo!
Flutuam fatos...flutuam...
Passeando lado a lado.
Ao passarem especulam
Algum segredo embotado.
E passam bem de pertinho!
Onde anda aquela data?
Deve estar em um cantinho!
Cutuca que vem, a ingrata!
Insistindo numa idéia
Ficamos a garimpar
A segurar a batéia
Até o brilho voltar!
Enfim, nos vem, do forno quente!
E nos toca no ponto em questão!
Não sei se no inconsciente!
Não sei se no coração!
Thais Rosa Bustamante- 3/10/2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
PEDROCK VIII
Este foi o oitavo ano do Pedrock, um festival de rock em que várias bandas se apresentam por amor à musica, sem concursos, nem prêmios nem classificações.Aliás,tem prêmios sim. Nós, os amantes da boa música, é que somos premiados e agraciados . Qualquer que seja o estilo musical , quando bem tocado e interpretado, agrada até uma caipira urbana como eu que prefiro outros gêneros musicais(MBD- música brasileira desconhecida como diz meu amigo querido Juca Trombone).Sábado à noite teve o show de Sá e Guarabyra , essa dupla genial que povoou os sonhos adolescentes da minha geração e , que pelo jeito continua agradando às novas.Foi uma viagem incrível . Mas domingo à tarde foi especial. Uma tarde deliciosa! A Banda Face Oculta me agradou demais.Tanto que eu estava almoçando e fui quase que atraída por aquele vocalista afinadíssimo que, quando vi, já estava debaixo do palco ouvindo( quem diria...) Nirvana e nem sei mais o quê. Sei que "tava bão dimais da conta"! Agradava aos meus ouvidos!E qual não foi minha surpresa quando percebi que aquele vocalista, era o Sader, da dupla sertaneja Sader e Juninho de São José do Alegre. Por isso a música é universal. Não deve ter rótulos. Música é música e pronto! E quem é bom é bom! Mesmo que sejam estilos musicais bem diferentes.
Logo em seguida, os "Monkey Coffe's",Rafael, Fernando, Zé e Luiz Paulo arrasaram! Sei que tem um lado afetivo muito forte que pode apagar os possíveis erros, que, se aconteceram, não comprometeram.Meninos por volta de seus 15 anos , afinadinhos, cantaram músicas dos Beatles, Pink Floyd, etc.Uma graça!
Mais tarde, Zé Helder sacia a nossa sede de boa música. Foi um show!!
E quando eu pensei que já tinha acabado, (já estava lá na saída pra ir buscar blusa de frio pra ficar à noite),ouvi os acordes de Fé Cega, Faca Amolada. Não resisti e voltei correndo pra ficar ouvindo um tal de João Lúcio(foi o que eu entendi...) lá de Itajubá e que eu também adorei!! Só senti falta do Jorge Murad!
Como grita o pessoal de Pedralva: foi ES-PE-TA-CU-LAR!!!!!!!
Obrigada ao pessoal da organização do Pedrock(Diovani, Daniel e companhia) que melhora a cada ano!
Logo em seguida, os "Monkey Coffe's",Rafael, Fernando, Zé e Luiz Paulo arrasaram! Sei que tem um lado afetivo muito forte que pode apagar os possíveis erros, que, se aconteceram, não comprometeram.Meninos por volta de seus 15 anos , afinadinhos, cantaram músicas dos Beatles, Pink Floyd, etc.Uma graça!
Mais tarde, Zé Helder sacia a nossa sede de boa música. Foi um show!!
E quando eu pensei que já tinha acabado, (já estava lá na saída pra ir buscar blusa de frio pra ficar à noite),ouvi os acordes de Fé Cega, Faca Amolada. Não resisti e voltei correndo pra ficar ouvindo um tal de João Lúcio(foi o que eu entendi...) lá de Itajubá e que eu também adorei!! Só senti falta do Jorge Murad!
Como grita o pessoal de Pedralva: foi ES-PE-TA-CU-LAR!!!!!!!
Obrigada ao pessoal da organização do Pedrock(Diovani, Daniel e companhia) que melhora a cada ano!
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